Localizada no ponto mais ao sul de Israel, é a cidade de veraneio do país, com praias, hotéis e restaurantes. Parece outro país: uma cidade moderna e vibrante, e pessoas mais relaxadas, calmas e de bom humor. Fundada em 1950, quando também foi construído um cais, o porto era a base da sua economia. A partir dos anos 60, o turismo começou a se desenvolver e só acrescentou ao progresso da região.
A baía é uma das atrações principais, pelas praias, pelo esporte aquático ali praticado e por ser um dos melhores pontos de mergulho no mundo. No sul da cidade está a Reserva de Corais, com seus peixes tropicais nadando entre os recifes. Dentro da reserva, está o Oceanário (Oceanarium) ou Observatório Subaquático (www.coralworld.co.il), com um museu marinho que exibe coleções de animais marinhos fascinantes. E, ainda, perto do observatório, está o Recife dos Golfinhos, com a sua escola residente de golfinhos.
Para o Oceanário, pagamos (cada um), 104 NIS/US$ 37. Este valor inclui o aquário (que não é tão bom assim), a exibição de um filme e o ingresso ao observatório subaquático. “Ocenanário”, na verdade, é o nome de todo o complexo e não do observatório subaquático, que é o que realmente queríamos ver e o que vale a pena. A estrutura de vidro se projeta sobre a água e vimos a vida marinha toda ali ao nosso redor. Incrível! Então, para entrar só no observatório (ou seja, só no parque), FIQUE ATENTO. Os preços de isso + aquilo são enganosos e faltam mais informações no guichê.
No centro, em frente à praia (pequena e sempre cheia) há um shopping center e, do outro lado da rua, um cinema IMAX, que oferece filmes em 3D e outras atividades de lazer. Há, também, a "Cidade dos Reis", um parque temático de alta tecnologia para toda a família, baseado na bíblia e nas histórias bíblicas.Nós aproveitamos para ir ao cinema. Assistimos ao filme Blue Jasmine, de Woody Allen.
Nessa área, concentra-se a maior parte dos hotéis. Ali, há muitas lojas, casa de câmbio e grande oferta de passeios de barcos (com fundo de vidro) pela praia e de esportes aquáticos.
Para estacionar (para quem estiver de carro), cobram-se 5 NIS/US$ 1,90 por hora ou 25 NIS/US$ 10 o dia todo.Para os amantes da natureza, existe um parque (aberto diariamente) para observação de aves, o Eilat Bird-Watching Park. Criado em 1990 num local em que antes era depósito de lixo industrial, um exemplo de cooperação e trabalho de seus fundadores e habitantes da cidade.
Milhares de aves passam por ali durante a migração outonal, e Eilat é o último ponto de abastecimento para elas, antes de continuarem para o sul, para a jornada mais difícil –atravessar o deserto do Saara.
Eilat faz fronteira com a cidade egípcia de Taba (de onde partimos para visitar o Mosteiro de Santa Catarina, no Egito) e com a cidade de Aqaba, na Jordânia, em que também atravessamos para visitarmos Amã e Petra (veja o relato em viagemjordania.blogspot.com.br)Para os consumistas, um aviso: Eilat é uma zona franca isenta de impostos de compra.
Como saímos duas vezes para visitar as cidades fronteiriças (no Egito e na Jordânia), ficamos em dois hotéis: Arava Hostel e Aviv Motel. Ambos ficavam no centro e disponibilizavam Wi-Fi, TV a cabo, ar condicionado e frigobar no quarto. Diárias por volta de 50-60 dólares.Há muitos mercadinhos para fazer compras e lavanderia nas proximidades, serviços imprescindíveis para turistas.
A cidade tem ainda um aeroporto que recebe voos nacionais.
A cidade tem ainda um aeroporto que recebe voos nacionais.
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